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Quarta-feira, 08 de setembro de 2010
   
Conheça as 47 províncias do Japão
Fukushima
Descrição da bandeira:
A letra Fu, de Fukushima, estilizada em branco em um fundo laranja simbolizam a unidade, a amizade e o firme progresso da província.
   

• População: 2.119.218

• Área: 13.782 km²

• Capital: Fukushima

• Composição: 90 cidades e 15 distritos

• Temperatura mínima (média): -1,7º

• Temperatura máxima (média): 32,1º

• Média anual de dias chuvosos: 104

• Média anual de dias com neve: 69

 

.:: Soma Noma Oi ::.
A tradição da arte dos cavaleiros Soma

Com uma história que remonta há mais de mil anos, o festival Soma Noma Oi é um dos principais matsuris do Japão. Cerca de 600 cavaleiros participam das atividades, que relembram os guerreiros da época feudal japonesa. O Soma Noma nasceu no período Heian (do ano 769 a 1185), quando os guerreiros do clã Soma iniciaram a prática de domar cavalos selvagens e treiná-los para as batalhas. Atualmente, muitos praticantes se esforçam para preservar esta tradição.


.:: Kozuyu ::.
O prato do líder do clã Matsudaira

Kozuyu é o prato mais tradicional de Aizu Wakamatsu, em Fukushima. A região, que historicamente se desenvolveu ao redor do castelo e ao longo da estrada Takizawa Kaido, foi comandada na era Meiji, no século 19, pelo daimyo Matsudaira.
Os cozinheiros de Aizu contam que o Kozuyu era servido para Matsudaira toda vez que ele retornava para Aizu e eram servidas em valiosas tigelas de laca Teshiozara. Preparado com diferentes ingredientes como frango e chikuwa (pasta de peixe), o prato tradicional é servido em ocasiões especiais e em cerimônias religiosas.


::: Curiosidade :::

Um dos episódios mais conhecidos da história do Japão teve como cenário um dos famosos pontos turísticos da região. Na era Meiji, o Castelo Tsuruga, em Aizu foi defendido pelo grupo de 40 jovens de 17 anos que se chamava Byakkotai. O daimyo Katamo Matsudaira ordenou que estes samurais defendessem a cidade do ataque do Shogun, que pretendia dominá-la para ocidentalizar a região à revelia da população.
Ao voltar de uma batalha, o grupo viu de cima do monte Iimoriyama o castelo em chamas e, reconhecendo o fracasso em sua missão, realizaram o suicídio coletivo, seguindo a conduta de ética samurai.

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